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Entrevista a Paula Sousa, da coligação CDS/PPM: “A Coligação Unidos por Silves representa a mudança, a alternativa”

“A coligação «Unidos por Silves» CDS-PP/PPM representa a mudança; a alternativa”

Quais as razões da sua candidatura?

Paula Sousa, da Coligação CDS-PPM

 

Candidato-me para dar voz a todos aqueles que não se revêem nas políticas levadas a cabo nas últimas décadas.

A coligação «Unidos por Silves» CDS-PP/PPM representa a mudança; a alternativa; o progresso; o equiparar, em termos de desenvolvimento, investimento e crescimento, este concelho a outros concelhos algarvios. Somos a voz de todos: com cor política, sem cor política; dos insatisfeitos; dos inconformados; dos jovens; dos aposentados; das minorias étnicas; dos trabalhadores; dos empresários, etc. Por todos eles, candidato-me.
Candidato-me porque quero que ‘os dinheiros públicos’ sejam utilizados em prol do município e dos munícipes. Quero transparência nas contas.
Este concelho tem muitas potencialidades. Temos de agarrá-las, temos de saber fazer. Temos de crescer: são precisas empresas. Há que chamá-las. Há que dialogar com os empresários. São essas empresas que trazem trabalho, que trazem juventude.

Qual o balanço que faz do último mandato? ( O melhor e o pior)
Prefiro não me pronunciar… Os munícipes são cidadãos atentos e inteligentes, e sabem muito bem avaliar a gestão da CDU e da presidente Rosa Palma. Aliás, de há um ano para cá, numa clara acção eleitoralista, é que houve uma certa dinâmica no concelho – basta consultarmos o portal contratos públicos online!

Nos próximos quatro anos o que tem de mudar na autarquia?
Nos próximos quatro anos o que tem de mudar no concelho?
Para estas duas questões, respondo com uma frase:

Tem de haver políticas/ estratégias dinâmicas, pragmáticas, com os olhos postos no futuro, porque o concelho parou no tempo a nível económico e a nível cultural.

Caso seja eleita quais as medidas que tomará em primeiro lugar?
Bem… Há muitas medidas a serem tomadas. Há muito por fazer! Contudo, só lhe poderei responder com honestidade e clareza a essa questão depois de ocupar o cargo de Presidente, depois de uma auditoria financeira à autarquia e depois de elaborar um Plano de Ação onde constem as prioridades imediatas. E como a política é feita de pessoas, terei de falar primeiro com os vereadores das outras forças políticas que venham a ter assento, com os presidentes de Junta e com os munícipes.

Para as freguesias, que projeto principal tem para cada uma delas?
Em primeiro lugar, um projecto abarca um conjunto de ideias que devem ser preparadas, justificadas, estudadas, alvo de estudos de ponderação de viabilidade e de identificação de potenciais parcerias. Só depois devem ser apresentadas, realçando a sua razoabilidade, credibilidade e a sustentabilidade de todo o projecto.
Atirar para o ar ideias bonitas, populistas e eleitoralistas, muito pouco amadurecidas e trabalhadas, não é próprio da minha pessoa. Torna a decisão eleitoral muito pouco racional, muito pouco transparente e não correspondem aos princípios da democracia representativa.

O meu compromisso eleitoral é com as pessoas. Portanto, só depois de “entrar” na Câmara como presidente, só depois de avaliar a disponibilidade financeira, só depois de falar com os presidentes de Junta de Freguesia é que estamos em condições de definir, com cabeça, tronco e membros, os projectos a desenvolver em cada uma das freguesias.

Agora, posso dizer-lhe que faz falta, em cada uma das freguesias, muita coisa. A manutenção dos caminhos de terra batida; o apoio à população idosa, que se encontra dispersa pelas freguesias de São Marcos da Serra e São Bartolomeu de Messines; reabrir o quartel dos Bombeiros em São Marcos da Serra; construir um corredor verde desde Silves, passando por Alcantarilha e terminando em Armação de Pêra – promovendo, assim, o desporto e o património destas freguesias; construir um terminal rodoviário em Silves; solucionar o grave problema que envolve a Ermida da Nossa Senhora do Pilar, no Algoz (aqui também com o objectivo de preservar o património e promover o turismo); apoiar com mais destaque as festas religiosas do concelho…

 

Nota. Esta entrevista à candidata do CDS-PP/PPM não foi publicada na nossa edição em papel, do mês de setembro, por não nos ter sido possível contactar com esta força política, antes do fecho da nossa edição, apesar das nossas tentativas. É agora publicada online, para esclarecimento dos nossos leitores sobre os objetivos desta coligação. 

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