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Assembleia de Freguesia no Algoz: adiadas de novo as explicações prometidas por Sérgio Antão

No dia 5 de abril, foi realizada uma Assembleia Extraordinária da União de Freguesias de Algoz e Tunes, com o objetivo principal do executivo liderado por Sérgio Antão, eleito pelo PSD, pudesse esclarecer as dúvidas que se levantaram relativamente a vários aspetos da sua gestão.

Como o Terra Ruiva noticiou então na sua edição online, o presidente a pouco ou a nada respondeu, argumentando não estar preparado e remetendo as respostas para a assembleia seguinte. ( http://www.terraruiva.pt/2017/04/12/assembleia-da-uf-algoz-tunes-presidente-apresentou-advogado-pouco-disse/ )

No dia 27 de abril, realizou-se nova assembleia, desta vez no Algoz. No entanto, também desta vez nada foi respondido sobre as questões já levantadas, sendo o assunto de novo adiado, para uma futura assembleia extraordinária que deverá ainda ser convocada.

Novas questões ficaram também por responder… relativamente a discrepâncias de valores entre os que se encontravam inscritos no orçamento e os que foram agora presentes aos membros da assembleia para uma revisão de orçamento. Nos mesmos documentos estava a indicação de que se tratava da “2ª revisão”, o que levou Tiago Raposo a insistir para saber “quando é que foi feita a 1ª revisão” que, aparentemente, não terá passado pela Assembleia de Freguesia.

Se assim foi ou não, não se conseguiu apurar pois perante as dúvidas, e sem que Sérgio Antão conseguisse esclarecer se os dados tinham algum lapso, ou se estavam corretos e estavam a ser mal interpretados, foi decidido adiar este ponto para uma próxima assembleia que contará com a presença de um representante da empresa de consultadoria que presta assistência à União de Freguesias.

O que também mereceu críticas de Tiago Raposo que lembrou que o orçamento é um documento político, “elaborado e apresentado pelo executivo e que é o executivo que tem de prestar contas” e não pode “demitir-se das suas funções”.

“Eu explico as coisas e não me entendem”, queixou-se Sérgio Antão que também, noutra parte da sua intervenção, voltou a afirmar que os elementos do executivo se sentem “ofendidos” como a forma como este processo tem decorrido e como foi tornado público, nomeadamente pelo Terra Ruiva.

Um processo que continuará a correr, com este novo adiamento na apresentação de esclarecimentos por parte de Sérgio Antão.

( Pode ler mais sobre este assunto,  na nossa próxima edição em papel, no dia 10 de maio)

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