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CDS defende o congelamento das portagens da A22

O CDS-PP apresentou um Projeto de Resolução que recomenda ao Governo que reverta, de imediato, o aumento no custo das portagens da A22, (Via do Infante)  mantendo o seu congelamento até que as obras de requalificação da EN125 estejam concluídas.

No seu documento, o CDS-PP lembra que a Via do Infante foi pensada como uma “hipotética alternativa a EN 125”, e que a introdução de portagens nas autoestradas pressupõe que “exista, pelo menos, uma alternativa adequada e proporcionada”. 

“Mas as obras em itinerários nacionais prolongam-se; as assimetrias persistem e agravam-se. É o caso emblemático das imprescindíveis obras de requalificação da EN125, que, embora percorrendo o trajeto Barlavento – Sotavento algarvio, não pode ainda ser considerada como alternativa à A22, já que as demoradas obras de requalificação levam a respetivos cortes de trânsito.”

“Acresce a questão porventura mais determinante: a segurança rodoviária. A EN125, tal como se encontra, tem uma taxa de sinistralidade assustadoramente crescente. Uma condição determinante será, certamente, o aumento de tráfego – proporcional ao decréscimo registado na Via do Infante –, a que se junta a perigosidade inerente às obras”.

 

A EN-125 não é, decididamente, uma alternativa aceitável à A22, considera o CDS-PP que “em abril de 2016,” apresentou “um Projeto de Resolução que recomendava ao Governo a redução em pelo menos 50% o custo das portagens na A22 até à conclusão das obras da EN125. Esta iniciativa foi rejeitada em Plenário pela atual maioria de esquerda.

No dia 1 de janeiro deste ano, a concessionária da A22 aumentou o valor das portagens naquela via, não sendo este, no entanto, um aumento equitativo uma vez que nem o valor do aumento é igual para todos os troços e/ou classes, nem todos os troços e/ou classes foram alvo de aumento.

O CDS-PP entende que, tendo já sido recusada a proposta de suspensão de cobrança de portagens na A22 até que terminem as obras de recuperação da EN125, o Governo deve reverter, com efeitos imediatos, o aumento no custo dessas mesmas portagens.”

 

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