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Sector das telecomunicações continua a registar mais queixas junto da DECO

Delegação Regional do Algarve

CONSULTÓRIO DO CONSUMIDOR / DECO

“Quais os setores mais reclamados em 2016 e quais os desafios para 2017?”

A DECO INFORMA…

Com o novo ano a começar, é tempo de fazer um balanço das reclamações recebidas em 2016 pela DECO e antecipar o que aí vem.

Com efeito, em 2016, quase 460 mil portugueses procuraram os nossos serviços, sendo o sector das telecomunicações o líder das reclamações registadas.

Na verdade, a alteração à Lei das Comunicações Eletrónicas infelizmente não se traduziu em melhorias para este sector, uma vez que as operadoras optaram por estratégias de fidelização dos clientes a longo prazo – 2 anos –, apresentando ofertas sem fidelização que apenas prejudicam o consumidor.

Esta alteração à lei não proibiu as fidelizações, mas propôs-se a conferir uma maior transparência no período de fidelização, bem como a regulamentação da refidelização. Contudo, verificamos que são estes prazos que continuaram a ser as situações mais reclamadas pelos portugueses.

Logo atrás do sector das telecomunicações, temos o sector da energia e água, sendo que aqui se destacam as dificuldades sentidas pelos consumidores no âmbito da faturação, seja por falta de envio da mesma, cobrança de consumos prescritos ou dupla faturação.

Por outro lado, a crescente preferência pelo comércio eletrónico manifestou-se nas reclamações que chegaram à DECO. A maioria das situações de incumprimento prendem-se com a falta ou atraso na entrega dos produtos, a recusa de cancelamento da compra no prazo de reflexão e a falta de reembolso em caso de desistência da compra.

Antecipando o ano de 2017, salientamos os direitos digitais já que a internet não é o futuro mas o presente.

Os dados pessoais são um direito fundamental ou uma moeda de troca? As dificuldades em saber quem está do outro lado do negócio. É seguro comprar através das redes sociais?

Estas são questões cada vez mais frequentes, pelo que devemos estar atento à sua evolução para melhor salvaguardarmos os nossos direitos.

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