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Exposição de Antero Anastácio na Biblioteca Municipal

A Biblioteca Municipal de Silves acolhe até ao dia 3 de dezembro a exposição de pintura “A música da cor”, de Antero Anastácio, integrada na rúbrica “Talentos que nos visitam”.

A mostra, que recebe o nome de uma obra homónima do pintor, pretende apresentar alguma da obra pictórica deste artista natural de Peniche. “exposicao-antero

Dar a conhecer e partilhar os talentos de artistas anónimos e desconhecidos que visitam o nosso país, e que têm a cidade de Silves no coração, por forma a que os mesmos vejam reconhecido o seu trabalho são alguns dos objetivos da rúbrica “Talentos que nos visitam”.

 

 

 
«Antero Anastácio nasceu e cresceu em Peniche, entre as dunas e o mar. Desde criança que revelava a intuição para desenhar, destacando-se na escola primária pela exatidão dos seus traços. Muito jovem, partiu à aventura, em busca de novos horizontes. Fixou residência em Paris onde, durante uma década, foi contactando com a arte através dos museus e dos pintores em Montmartre e no cais do Sena.
A sua vocação ficou adiada por ter enveredado por uma profissão técnica, tornando-se um prestigiado contactologista. Após a sua carreira profissional, resolveu frequentar a Sociedade Nacional de Belas Artes e dedicar o tempo livre à pintura. Autodidata, desde 1997 que expõe com regularidade, individual e coletivamente, estando as suas obras representadas em coleções particulares nacionais e estrangeiras.
Frente ao cavalete em recuos de aproximação e reflexão, um conceito em reunir o expressivo ao decorativo, do humor subtil até ao naïfe estilizado, o artista não aprendeu pintura, porque acha que a pintura não se aprende o que aprendeu foi a desenvolver a técnica sobretudo desenho com modelos ao vivo na Sociedade Nacional de Belas Artes.
De sensibilidade apurada, requintado bom gosto na seleção das cores, imprime uma brisa de amor e paixão numa linguagem aparentemente simples mas rica de sugestões coloristas de um profundo otimismo, uma espécie de introspeção na arte visionária onde ostenta um vibrante e sedutor colorido numa bela e serena modernidade, um convite ao sonho.»

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