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PSD/Algarve reúne em Silves e evidencia a “incapacidade” do atual executivo

A Comissão Política Distrital do PSD/Algarve reuniu em Silves, no dia 13 de fevereiro, numa ação de “descentralização das reuniões” deste órgão, juntando as estruturas e os eleitos locais.
Em discussão estiveram alguns assuntos “que constituem presentemente maior preocupação para os algarvios e para os quais urge dar resposta” como a conclusão das obras da EN 125; a diminuição do valor das portapsd-algarvegens da Via do Infante; o aumento de inscritos nos centros de emprego da região; a exploração de combustíveis fósseis na costa algarvio; o agravamento das condições de funcionamento dos serviços de saúde da Região.
Quanto a assuntos “que afligem em particular os silvenses”, foram debatidos: o desassoreamento do Rio Arade; as obras de requalificação da EN 125 no troço Pêra-Alcantarilha; a necessidade de requalificação da EN 124, no troço Silves- Porto de Lagos; o adiamento do PDM de Silves; as más condições de funcionamento do Centro de Saúde de Silves e suas extensões.

Sobre estas matérias, a Comissão Política Distrital do PSD/Algarve conclui que é “evidente” a “incapacidade do atual executivo municipal comunista para dar continuidade às soluções deixadas em carteira pelo anterior executivo liderado pelo PSD”.
O PSD constata também ” a manifesta inexperiência revelada pela atual presidente de Câmara, Rosa Palma, para construir respostas conjuntas com o Governo Central no sentido de dar resposta às justas reivindicações da população silvense”.

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4 Comentários

  1. O mínimo que se poderá dizer deste PSD, seja o PSD/Algarve ou o PSD, ao nível nacional é que são duma desfaçatez e duma falta de coerência que impressionam.
    Estes senhores vêm apodar de “incapaz” a actual edilidade de Silves, na pessoa da sua presidente, sem qualquer rebuço de vergonha, visto que a acusam precisamente daquilo que eles, enquanto foram poder, em Silves, não fizeram, para mais sendo o executivo do poder central da sua cor partidária.
    O despudor destes cavalheiros vai ao ponto de, mesmo sem Autárquicas num futuro próximo, andarem numa permanente campanha eleitoral, privilegiando o trabalho de sapa, em vez de darem mostras de preocupações na resolução dos problemas das populações.
    A única lógica que este PSD conhece é a luta do poder pelo poder, numa estrita visão e cegueira partidárias.
    Melhor seria que se penalizassem pela fome pura e dura que levaram a dezenas de milhares de famílias portuguesas e pela classe média que destruíram.

  2. (continuação do comentário de 09/03/16)
    Ouvi, há algum tempo, alguém fazer a afirmação pertinente de que, tanto PSD como CDS, mais não são do que estruturas partidárias constituídas para abrigar os apoiantes órfãos do anterior regime, os quais, no dia 26 de Abril de 1974, mudaram, apressadamente, a sua verdadeira máscara para a de “democratas” de longa data.
    Não há nenhum regime que consiga subsistir, se não tiver uma base de apoio, por minoritária que seja, mas poderosa.
    Foi o caso do Estado Novo.
    A pergunta surge : após o 25 de Abril, para onde foi a elite dirigente do Estado fascista ? Eclipsou-se ? Desapareceu ?
    A resposta é óbvia : reciclou-se, à pressa, mas, garantidamente, sem descartar a sua formação ideológica de direita retrógrada e ultramontana, com deriva actual para o ultraliberalismo.
    Se nos perguntarmos o que distingue o PSD do CDS, não teremos dificuldade na resposta : eles apenas diferem na tonalidade, porque na substância são praticamente iguais.

  3. Um leitor do Terra Ruiva

    Palavras para quê ?
    O PSD igual a si próprio.

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